Mais uma vez carregando o status de favorita, a seleção brasileira fará sua estreia na Copa no dia 15 de junho, diante da Coreia do Norte, em Johanesburgo, no estádio Ellis Park.
Cinco dias mais tarde a equipe brasileira enfrenta Costa do Marfim, na mesma cidade, mas no estádio Soccer City. Os pentacampeões mundiais encerram a participação na primeira fase diante de Portugal, em Durban, no dia 25.
Dos adversários sorteados, apenas Portugal esteve no caminho do Brasil em uma Copa do Mundo. Foi em 1966, quando o então time de Pelé foi batido pelos portugueses em confronto da primeira fase na Inglaterra.
Ainda entre os oponentes brasileiros da 1ª fase, Portugal é quem ostenta a melhor colocação no ranking da Fifa, na última atualização da relação, em novembro. Os portugueses ocupam a 5ª posição. Costa do Marfim do artilheiro Didier Drogba está em 16º lugar, enquanto que os norte-coreanos estão na longínqua 84ª colocação.
O encontro com Portugal no terceiro jogo do grupo G deverá ser o mais badalado para o Brasil, por toda a ligação histórica entre os países e as duas seleções. Na campanha das eliminatórias europeias, os portugueses contaram com alguns jogadores nascidos em terras brasileiras, como Deco, Pepe e Liedson. De acordo com a CBF (Confederação Brasileira de Futebol), o confronto entre as duas equipes aponta retrospecto de 18 jogos, 12 vitórias da seleção, 2 empates e quatro triunfos dos lusos.
Wanessa diz que se acaba no leite condensado, mas não engorda
Cantora posa de biquíni para revista 'Corpo a Corpo'
Wanessa
Capa da "Corpo a Corpo" de dezembro, Wanessa Camargo fala de sua rotina de exercícios. Por conta do novo trabalho, a cantora – que chegou a pesar 46 quilos com corrida e ioga seis vezes por semana - precisou diminuir o ritmo da malhação: “A corrida é um exercício que me tira o estresse. Subo na esteira, ligo o som bem alto e perco a noção do tempo. Adoro ouvir Michael Jackson enquanto malho”, conta.
Além da ginástica, Wanessa também aderiu à alimentação orgânica, e por conta disso come cada vez mais e melhor: “Antigamente, para manter o peso, eu precisava me controlar. Hoje, como de tudo e mais um pouco. Já cheguei ao ponto de passar uma semana devorando leite condensado e não engordar. Porque é uma coisinha errada que faço entre milhões de atitudes certas que adoto", explica a moça.
Estudante faz caras e bocas no salão de Julinho do Carmo
Com quem será que Geisy Arruda vai casar? A estudante superstar participou de um ensaio fotográfico no salão de Julinho do Carmo, onde se vestiu de noiva e até de Marilyn Monroe. As fotos, com direito a cabelos ao vento, tiveram a produção do estilista Juarez Fernandes.
Geisy Arruda de branco: a la Marilyn Monroe e vestida de noiva
O filme Lula, o Filho do Brasil faz parte de um projeto de endeusamento do presidente, o que, às vésperas de uma eleição, entra na categoria de propaganda política. Lula tem uma bela história de vida, foi um líder sindical de resultados e é um presidente da República eficiente e amado, mas ele só tem a perder se se deixar transformar em mito vivo
Diego Escosteguy e Otávio Cabral
Clovis Cranchi/F4
NA VIDA REAL Lula foi um líder sindical carismático e pragmático que se encaixou à perfeição no projeto de distensão política do regime militar por ser da esquerda não marxista, não alinhada com o movimento comunista internacional e, por isso, tolerada
Almeida Rocha/Folha Imagem
NA FICÇÃO O sindicalista Lula vira na tela um Gandhi magnânimo, infalível e incorruptível cuja bondade e sabedoria se combinam com uma visão de futuro privativa dos profetas
Luiz Inácio Lula da Silva, o mais improvável dos presidentes brasileiros, já entrou na história antes de sair da vida. Lula, o filho do sertão pernambucano que comia feijão com farinha sob o árido sol de Garanhuns antes de se tornar engraxate nas ruas do Sul Maravilha, venceu. Dos sapatos chegou à fábrica de parafusos; do torno saltou para a avenida larga, longa e generosa da vida sindical, que o conduziu ao Partido dos Trabalhadores e à Presidência da República. Instalado no poder, Lula amargou escândalos, viu a dissolução ética de seu partido, observou de mãos atadas uma recessão econômica de quase dois anos que por pouco não paralisou seu governo. Mas, como não há males que durem, os escândalos foram varridos para debaixo do tapete e a recessão inicial cedeu, abrindo caminho para o crescimento econômico e a consequente onda de boa vontade com os governantes que ele traz. Com sua genuína devoção aos mais pobres e um carisma fenomenal, Lula chega às portas do seu último ano de governo com 80% de aprovação. A vida de Lula, como se vê, parece coisa de filme.
Lula, o Filho do Brasil, a cinebiografia que estreará nos cinemas no começo do próximo ano, é o primeiro filme de ficção sobre a vida do presidente. A LC Barreto, responsável pelo projeto, enviará 500 cópias ao circuito comercial – o maior lançamento da história do cinema brasileiro. As centrais sindicais, como a CUT e a Força Sindical, planejam projetar a fita para espectadores das áreas mais pobres do país. Os trabalhadores sindicalizados poderão comprar ingressos subsidiados a 5 reais. As estimativas mais conservadoras indicam que, somente nas salas comerciais, 5 milhões de pessoas assistirão ao longa. É pouco diante do que se seguirá. O DVD do filme será lançado no dia 1º de maio, feriado do trabalhador. Em seguida, a Rede Globo levará a fita ao ar, editada como uma minissérie. Ao final, se essa ambiciosa estratégia de distribuição funcionar, Luiz Inácio, o homem que fez história, dará um salto rumo a Luiz Inácio, o mito. Esse mito paira acima do bem e do mal, mas estará dizendo o que é certo e o que é errado na campanha eleitoral de 2010. Por fazer parte de um projeto de beatificação do personagem com vista a servir de propaganda eleitoral disfarçada de entretenimento na próxima campanha, Lula, o Filho do Brasil parece coisa de marqueteiro.
Antes mesmo de ser lançado em rede comercial, o filme está agitando os bastidores da política. Assessores envolvidos na campanha presidencial de Dilma Rousseff, a candidata escolhida pelo governo para suceder Lula, veem na película um poderoso instrumento eleitoral, capaz de fazer diferença na luta petista para se manter no poder. O otimismo não é gratuito. Os estrategistas do Planalto receberam pesquisas que demonstram a capacidade de transferência de votos do presidente Lula. Ou seja, se Lula mantiver a popularidade em alta, Dilma será largamente beneficiada. A população faz uma ótima avaliação de Lula e se dispõe a votar em um candidato que mantenha os principais programas do petista. Lula é o maior cabo eleitoral do país. Quase 20% dos eleitores votam em seu candidato, independentemente de quem seja (veja o quadro). A grande dificuldade de Lula é que boa parte do eleitorado não conhece Dilma nem a associa ao presidente. Por isso ela segue a léguas de distância de José Serra, do PSDB, o líder das pesquisas. Para reverter esse quadro, Lula conta com o crescimento da economia, que pode atingir até 5% do PIB em 2010, e a consequente perspectiva de que os eleitores sigam sua orientação e votem em quem ele indicar. O filme é visto como um fator estimulante nesse processo de transferência.
Celso Junior/AE
AVANT-PREMIÈRE A primeira-dama Marisa Letícia e as atrizes do filme: o lançamento em Brasília foi disputado, mas os aplausos do público foram apenas discretos
Na terça-feira da semana passada, VEJA esteve na primeira exibição pública do filme, que abriu o tradicional Festival de Cinema de Brasília. Numa demonstração da comoção que o longa deve causar, teve gente, de político a porteiro, que implorava por convite na frente do Teatro Nacional, onde aconteceu a projeção. Havia cerca de 1 400 pessoas no teatro, entre ministros, deputados, senadores, sindicalistas, burocratas do governo e jornalistas. Marisa Letícia, a primeira-dama, compareceu ao evento e foi assediada como celebridade. Havia gente em cadeiras improvisadas, gente nas escadas, gente no chão. Lula, o Filho do Brasil é uma novela com duas horas de duração. Em matéria de lágrimas, funciona. Em matéria de apuro estético, constrange. Como obra de arte, portanto, é uma irretocável peça de propaganda. Não poderia ser diferente: é um projeto concebido exatamente com esse propósito. Dirigido por Fábio Barreto, o filme inspira-se na biografia homônima – e oficial – do presidente, escrita pela jornalista Denise Paraná e editada pela Fundação Perseu Abramo, ligada ao PT.
Se como cinema o filme é fraco, como propaganda e negócio tem tudo para dar certo. O apelo emocional da obra pode agradar ao público que chorou com 2 Filhos de Francisco, a história de superação dos irmãos Zezé di Camargo e Luciano. Há elementos em abundância para provocar chororô – nisso se percebe a maestria de Fábio Barreto, que apresenta ao espectador um Lula plano, sem meios-tons, cujas carnes se tornam reais apenas no sofrimento da perda da mulher grávida, ou no êxtase ao comandar as massas nos comícios sindicais. Qualquer sentimento que pudesse torná-lo mais humano, como a raiva pelo abandono do pai ou a inveja de quem tinha o que ele desejava, perde-se na produção artificial do mito, do messias que sofre, persevera e está destinado a conduzir o povo até a terra prometida (veja o quadro). O Lula de Fábio Barreto não é somente um herói sem defeitos; é um herói iluminado. Barreto faz de tudo para mostrá-lo assim, inclusive omitindo ou atenuando a verdadeira história do presidente (veja o quadro). O Lula de Barreto usa inverossímeis frases de efeito ("Homem não bate em mulher!") para impedir que o pai bata na mãe ou para desafiar a polícia autoritária do regime militar ("Cadeia foi feita para homem") – embora na vida real algumas dessas passagens jamais tenham ocorrido.
Fotos Celso Junior/ AE; Dida Sampaio/ AE
EFEITOS ESPECIAIS O ministro Franklin Martins acredita que a mitificação precoce de Lula pode ajudar a campanha de Dilma Rousseff
"Queria fazer um melodrama", admite o diretor. O recorte temporal do filme é a primeira prova disso. O roteiro percorre a infância miserável de Lula em Garanhuns, acompanha a trajetória dolorosa do menino que é obrigado a trabalhar para comer e avança até o mergulho dele no mundo sindical. Mas para por aí. Tudo o que aconteceu na vida do presidente entre o começo dos anos 80 e a vitória em 2002 ficou de fora: a criação do PT, a atuação como deputado na Constituinte de 1988, as cinco campanhas presidenciais. Qualquer episódio que pudesse causar constrangimento ou contrariar a narrativa hagiográfica da vida de Lula sumiu da história. Barreto suaviza algumas características notórias do presidente e omite algumas passagens pouco edificadoras. Essas opções dramáticas servem para construir o mito, que sempre precisa de um passado idealizado, idílico, no qual o futuro se desenhe glorioso, rumo ao paraíso terreno – uma mentalidade que prosperou com força na ideia do "país do futuro", no decorrer do regime militar. O clímax triunfalista do filme, quando Lula se ergue sobre as massas, reforça precisamente esse projeto autoritário.
Os bastidores do projeto revelam que essas opções não foram meramente artísticas. Houve estreita colaboração entre os produtores do filme e a equipe de Lula. Em 2003, logo após adquirir os direitos da biografia oficial do presidente, Luiz Carlos Barreto obteve o aval do presidente para tocar o longa. Políticos próximos a Lula afirmam, sob a condição de anonimato, que o ministro da Comunicação Social, Franklin Martins, teve influência decisiva na definição do esquema de captação de recursos. Antes da edição final, Barreto viajou para Brasília pelo menos duas vezes para exibir o filme a políticos próximos ao Planalto. A primeira sessão aconteceu há três meses. Participaram ministros, como Paulo Bernardo, do Planejamento, e Alexandre Padilha, das Relações Institucionais, e deputados, como João Paulo Cunha e Ricardo Berzoini, da cúpula do PT. Os petistas, depois da exibição, acharam as músicas incidentais muito pouco dramáticas e sugeriram acrescentar músicas populares, que seriam mais facilmente assimiláveis – no que foram prontamente atendidos.
Fotos Beto Barata/AE e Alan Marques/Folha Imagem
SONOPLASTIA O ministro Paulo Bernardo (à esq.) e o presidente do PT, Ricardo Berzoini: sugestões até para a trilha sonora do filme
Ashley Greene, atriz da saga “Crepúsculo”, aparece em poses sensuais para a revista “Maxim”.
Usando roupas bem coladinhas ao corpo, a famosa, que interpreta a vampira Alice Cullen na película sobre vampiros, mostra no ensaio que tem um corpo perfeito.
Segunda , 23 de Novembro de 2009 14:10 Franz Valla
Estreia sexta, 20/11/ 2009
Esta tão aguardada continuação do fenômeno vampiresco Crepúsculo, que elevou seus astros Robert Pattinson e Kristen Stewart ao patamar de estrelas de primeira grandeza de Hollywood, chega com arrasadora expectativa de suplantar o primeiro, mas comparece apenas com algumas gotas de sangue, ao contrário dos galões oferecidos pela bem orquestrada campanha de marketing que antecipou seu lançamento. Desta vez somos introduzidos a uma matilha de lobisomens para servir de contraponto aos senhores míticos que comandaram o primeiro episódio, mas mesmo estes não conseguem segurar o filme todo. Lua nova é um novo capítulo na saga da família Cullen, vampiros do bem que procuram se ambientar num lugar remoto, bem no interior dos EUA. A história de amor que foi iniciada no primeiro filme, entre o personagem de Pattinson, o elegante vampiro adolescente Edward Cullen, e o de Stewart, a jovem mortal Bella Swan, aqui chega à maturidade, na qual aspectos mais delicados de sua relação complicada são discutidos mais a fundo. O filme começa com Bella sofrendo pesadelos ao finalmente perceber que inevitavelmente irá envelhecer enquanto seu parceiro continuará jovem para sempre. A primeira sugestão de que possa já estar desenvolvendo um fio de cabelo branco no dia em que completa 18 anos o revolta, ao ponto de temer que o amado se desinteresse por ela à medida que envelhece.
Preocupado com o rumo que a coisa toma - principalmente após uma reunião social que quase termina em tragédia porque Bella acidentalmente se machuca e deixa escapar algumas gotas de sangue do seu dedo na frente da família Cullen - Edward decide se afastar da amada para o próprio bem dela. Ele vai embora com a família, mas não sem antes fazê-la jurar que nunca irá se meter em encrencas. Os meses passam e a inconsolável Bella começa a se envolver com o sarado amigo de infância Jacob Black, personagem de Taylor Lautner, na esperança de esquecer o romance mal resolvido com o ex-namorado. Um dia ela descobre acidentalmente que a imagem de seu amado aparece a ela toda vez que se envolve em situações de perigo e daí passa a perseguir situações como esta na ânsia de vê-lo aparecer na sua frente por inteiro. Em meio a isso acaba descobrindo também que seu amigo Jacob, que nutre por ela uma paixão platônica vem a ser um lobisomem, assim como outros membros da tribo Quileute. Neste ponto a heroína percebe que não pode viver mais sem a companhia do pálido Edward e decide ir à cata de seu amor, nem que para isso tenha que pôr sua vida em perigo.
O problema do filme é que se baseia muito na trama desenvolvida no seu antecessor e, para quem não assistiu a Crepúsculo, fica difícil entender a narrativa. O roteiro malfeito começa, segue por pouco mais de duas horas e termina no mesmo ponto em que começou. Para preencher o meio somos introduzidos aos lobisomens, mas estes não acrescentam nada para a evolução do argumento e a situação de Bella e Edward não avança um palmo. O filme é arrastado na maior parte do tempo, recheado de diálogos pobres. As cenas de ação, que incluem boas tomadas com efeitos especiais são escassas e servem para acordar quem não resistir a um cochilo. A adaptação do roteiro de Melissa Rosenberg procurou se manter fiel ao livro original, mas esticou uma história que poderia ser contada na metade do tempo.
Edward e o resto dos vampiros estão ausentes na maior parte do filme. Se Edward aparecer por 15 minutos é muito. O foco mesmo está nos lobisomens, que nesta continuação são as estrelas. Na esperança de satisfazer ao público adolescente feminino, que assistira ao filme em trovas, ficou acertado que Jacob e seus amigos aparecem com o peito nu na maior parte do tempo para que ninguém note a ausência de Edward. Nem Bella consegue desviar os olhos do tanquinho do amigo Jacob toda vez que ele tira a camisa. As cenas estúpidas e sem sentido não param por aí. Os momentos em que Bella sofre de saudade de Edward são de dar agonia enquanto só se ouve a trilha sonora que os produtores esperam vender a rodo a reboque do filme. Faz falta um controle remoto para adiantar a fita. O elenco é a grande casualidade dessa produção malfeita. Todos, sem exceção, comparecem com disposição para entregar uma atuação de nível, mas são desperdiçados. No final fica a impressão de que tudo foi feito com o objetivo de encher linguiça enquanto o próximo filme não vem.
O destaque aqui fica para a curta cena em que Edward aparece tentando telefonar para Bella, do lugar aonde se encontra no seu exílio voluntário. Da janela de sua casa, ou aparentemente, um barraco, pode-se ver o nosso Cristo redentor iluminado na noite. O quarto e último livro da série (por enquanto) é ambientado no Rio de Janeiro e o próprio Pattinson já deixou escapar em entrevista recente que espera que possam acabar vindo filmar no Brasil.
De novo? Dani Bananinha bate ponto em praia carioca
Assistente de palco do 'Caldeirão do Huck' desfila corpão pelo segundo dia consecutivo na Barra da Tijuca
O feriadão é mesmo de praia para Dani Bananinha. Depois de atrair atenções na sexta, 20, ela voltou à Barra da tijuca, Rio, neste sábado, 21. À beira-mar, sorrisos e aquela ajeitadinha básica no biquíni
Lúcia Veríssimo lança polêmica no teatro com cena de sexo no palco
Atriz fez sua estreia na Festa Internacional de Teatro de Angra, no Rio
Lúcia Veríssimo: sensualidade e erotismo
Cerca de 1500 pessoas testemunharam na noite desta sexta-feira, 20, o momento polêmico em que Lúcia Veríssimo protagoniza uma cena de sexo no espetáculo “Usufruto”, que teve a sua estreia nacional na FITA – Festa Internacional de Teatro de Angra, na Costa Verde do Rio. Lúcia interpreta uma mulher que discute com um conhecido alguns tabus da sociedade contemporânea.
“Todo mundo fica esperando o momento em que os personagens transam em cena, mas não é sexo explícito. Se fosse, eu iria para uma boate em Copacabana e com certeza ganharia até muito mais dinheiro”, contou Lúcia ao EGO.
Para o ator Raphael Viana, o momento em que fica nu para a plateia é uma ação comum dentro de seu trabalho: “Faz parte do nosso ofício, é o nosso trabalho e não tive nenhum bloqueio. A Lúcia é uma grande parceira.” No final da apresentação, o diretor José Possi Neto comentou que Lúcia precisava ser mais calorosa no momento do ato sexual, mas a atriz justificou que se trata de um espetáculo intimista e que na ocasião era apresentado para um grande público.
Nos diálogos escritos por Lúcia Veríssimo, os personagens debatem assuntos como traição, bissexualidade e homossexualidade. “Eu achava que ia chegar aos 51 anos vendo um mundo mais moderno., mas acontece o oposto. É uma caretice insuportável que impera. Essa proposta do espetáculo é dificílima. Se as pessas deixarem o teatro pensando sobre esses assuntos, já ganhei. Não estou aqui para dar autógrafos e ser reconhecida nas ruas. Não quero ficar calada sobre o que estou vendo.”, concluiu.
A peça “Usufruto” seguem em curta temporada pelo Espírito Santo e inicia sua turnê pelo Brasil começando por São Paulo em janeiro de 2010.
Modelo aproveitou a tarde com uma amiga enquanto Tom Brady treinava
Gisele Bündchen exibiu seu barrigão de oito meses de gravidez enquanto circulava ao lado de uma amiga, em Boston, na tarde da última quinta-feira (19). A modelo se protegeu do tempo gelado na cidade com um casaco branco de lã e não largou seu celular durante o passeio.
Enquanto isso, seu marido, o jogador de futebol americano Tom Brady, se dedicou aos treinos de seu time, o New England Patriots. Grávida de seu primeiro filho, Gisele deve dar à luz no mês de dezembro. Especula-se que ela esteja esperando uma menina.